
um universo de ferrugem e óleo sobre duas rodas
ROADKILL!!! é o novo RPG tático do Garagi Saloon, em parceria com a Editora Luz Negra — uma experiência brutal e estilosa nas estradas devastadas.
Aqui, você explora as Estradas Batidas com sua gangue de motoqueiros, vasculha sucata, acelera motores enfurecidos e mergulha de cabeça no caos para desafiar o domínio dos Triarcas.
Prepare-se para poeira, gasolina e violência em alta rotação.
Nos Ermos, só sobrevive quem mete marcha.
EM BREVE

Conheça o baralho cigano lenormand de roadkill!!!
No Baralho Cigano Lenormand de ROADKILL!!! cada carta carrega ecos das Estradas Batidas, símbolos reinterpretados sob poeira, ferrugem e gasolina.
Aqui, os arquétipos clássicos ganham novas leituras dentro dos Ermos, refletindo presságios de sobrevivência, violência e destino nas mãos de quem ousa acelerar. Logo abaixo, você encontrará as simbologias deste baralho único: significados que guiam decisões, revelam perigos e sussurram o rumo daqueles que vivem — e morrem — sob o domínio dos Triarcas.
Use as simbologias abaixo para sua consulta oracular ou para usar na leitura da Jornada do modo Nômade (solo) do Baralho Cigano Lenormand de ROADKILL!!!
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A GANGUE
Esta carta é o rugido no horizonte – o som de motores distantes anunciando que algo se aproxima. Pode ser uma notícia nova, uma oportunidade que bate a porta ou pessoas na nossa vida trazendo mudanças. Os atrasos terminaram; é hora de se movimentar.
- Palavra-chave: avanço, novidade, deslocamento.
- Sombra: impulsividade, perigo iminente.
- Carta-Raiz: O Cavaleiro

A FAÍSCA
Esta carta representa pequenos alívios temporários que acendem na escuridão, mas se apagam rápido. A Faísca não é um tesouro - é o clarão no escuro que lembra que, mesmo nos Ermos, o azar não reina absoluto. Só não espere que dure.
- Palavra-chave: oportunidade, milagre inesperado
- Sombra: infortúnio, inconstante, enganoso
- Carta-Raiz: Paus e Pedras/ O Trevo

O COMBOIO
Representa as longas travessias pelos Ermos - aquela viagem que exige planejamento, recursos e paciência de aço. É a jornada que vale a pena, mas que cobra seu preço em gasolina, sucata e sanidade. Lembra que nas Estradas Batidas, toda jornada é uma aposta, e todo destino esconde surpresas.
- Palavra-chave: expansão, deslocamento, busca
- Sombra: fugas e incertezas
- Carta-Raiz: O Navio

O ASSENTAMENTO
Esta carta representa os cantos minimamente seguros nas Estradas Batidas: um galpão com portas trancadas, uma rede de túneis escondidos, uma comunidade precária que divide recursos e vigias. O Assentamento é sobre sobreviver mais uma noite, lembrando que até nos Ermos, pessoas precisam de um lugar para chamar de seu, mesmo que temporário.
- Palavra-chave: segurança, família, memória
- Sombra: isolamento, estagnação, prisão
- Carta-Raiz: A Casa

A ANTENA
Esta carta representa as antenas quebradiças que ainda captam vozes fantasmas do tempo antes da Queda. Cada chiado é um fragmento de conhecimento, cada estática esconde verdades enterradas. A Antena é sobre o que você consegue decifrar no meio do ruído.
- Palavra-chave: conexão, sabedoria, raiz
- Sombra: interferência, ruído, apego ao passado
- Carta-Raiz: A Árvore

A TEMPESTADE
Representa a poeira tóxica que distorce o horizonte, a névoa mental que faz até o piloto mais experiente duvidar do caminho. Ela indica que, às vezes, a única saída é desligar o motor e esperar ela passar.
- Palavra-chave: dúvida, desordem, tensão
- Sombra: engano, ilusão, caos mental
- Carta-Raiz: As Nuvens

A FERRUGEM
Esta carta representa a corrosão lenta e inevitável que consome metal, memória e moral. O que os Triarcas não conseguem tomar pela força, a ferrugem conquista pela paciência silenciosa. A Ferrugem é sobre escolher o que vale a pena salvar antes que tudo vire pó. Até o aço mais forte tem seu ponto de quebra nos Ermos.
- Palavra-chave: manipulação, corrosão, ameaça
- Sombra: corrupção, vício, contaminação
- Carta-Raiz: A Cobra

A VALA
Nos Ermos, a morte é óbvia. Já o esquecimento é o verdadeiro fim. Esta carta representa o que foi abandonado à poeira - histórias que ninguém mais conta, nomes que não ecoam mais nas Estradas Batidas, motocas que viraram apenas carcaças sem dono. A Vala é sobre o que você precisa esquecer para continuar vivo. Aqui, nos Ermos, carregar cadáveres na memória é tanque vazio em viagem longa.
- Palavra-chave: encerramento, transformação, renovação
- Sombra: perda, decadência, estagnação
- Carta-Raiz: O Caixão

A ESPELUNCA
Esta carta representa o saloon improvisado onde a gasolina vira bebida, as balas viram moeda e os cantos abafam o som do desespero lá fora. É o lugar onde até os mais duros baixam a guarda por uma noite. Às vezes, um gole de Maria-Octana e uma risada na escuridão são necessários para suportar a viagem.
- Palavra-chave: júbilo, paz, trégua
- Sombra: hedonismo, desperdício, ilusão
- Carta-Raiz: O Buquê

A LÂMINA
Representa o instante em que tudo muda: um pneu que estoura, um parceiro que some, um trato que termina em sangue. Nada é suave quando a lâmina aparece, ela indica situações que precisam ser interrompidas de forma direta, como se algo fosse ceifado do caminho. Ela corta sem pedir desculpa e lembra que o tempo da hesitação acabou: o corte vem, e quem tentar segurar o fio afiado acaba se ferindo.
- Palavra-chave: ruptura, poda, decisão
- Sombra: perda de controle, violência súbita
- Carta-Raiz: A Foice

O TORQUE
O Torque é a força que faz a roda girar ou a corrente arrebentar. Essa carta fala de pressão, tensão e força aplicada até o limite. Representa disputas, atritos e a energia crua que nasce da raiva, do desejo ou da obsessão. É o ciclo que se repete, o atrito constante que tanto pode gerar movimento quanto quebrar o eixo. Quando surge, o Torque pede domínio: do corpo, da palavra, da máquina e de si mesmo.
- Palavra-chave: disciplina, intensidade, impulso
- Sombra: exaustão, desgaste, obsessão
- Carta-Raiz: O Chicote

O RÁDIO
O Rádio ecoa nos Ermos como uma voz que corta o silêncio da poeira. Representa comunicação constante, o burburinho das estradas, as frequências onde se espalham notícias, promessas e mentiras. O Rádio fala de movimento, interação e vigilância: estar sintonizado é poder, mas ruído demais pode te enlouquecer.
- Palavra-chave: diálogo, informação, encontro
- Sombra: mal-entendidos, fofocas, inseguranças
- Carta-Raiz: Os Pássaros

A REBENTO
Esta carta representa inícios, aprendizados e novas jornadas, ainda sem forma definida, mas cheias de promessa. É a visão crua e limpa de quem ainda não foi contaminado pelo ferrugem do mundo. Ele existe para lembrar que até o mais endurecido dos parças já foi um novato no asfalto, e que toda chama, antes de virar incêndio, começa como um estalo tímido.
- Palavra-chave: inocência, aprendizado, renascimento
- Sombra: imaturidade, vulnerabilidade, inexperiência
- Carta-Raiz: A Criança

O SUCATEIRO
Nos Ermos, o Sucateiro é o símbolo da traição discreta, do negócio escuso, da conversa que parece ajuda mas vem cobrada com juros. Quando essa carta surge, algo não é o que parece: há olhares espreitando, mãos leves demais e palavras que soam doces demais.
- Palavra-chave: esperteza, adaptação, vigilância
- Sombra: trapaça, roubo, oportunismo
- Carta-Raiz: A Raposa

OS TRIARCAS
Os Triarcas são a personificação da força que sufoca, do poder que corrói. Suas mãos pesadas esmagam tanto quanto protegem e sua presença é lei. Essa carta fala sobre figuras dominantes e controladoras, líderes que confundem proteção com posse e autoridade com opressão. Quando aparece, é sinal de poder desmedido, manipulação e dependência.
- Palavra-chave: liderança, influência, instinto
- Sombra: tirania, brutalidade, controle excessivo
- Carta-Raiz: O Urso

O FAROL
Representa o clarão distante que mantém o viajante desperto nas estradas mortas. Sua luz simboliza esperança, orientação e propósito, lembrando que, mesmo em meio à ferrugem e ao caos, ainda há algo que brilha no horizonte. Essa carta fala sobre clareza mental e espiritual, sobre encontrar o rumo certo quando tudo parece perdido.
- Palavra-chave: inspiração, visão, orientação
- Sombra: idealismo, miragem, manipulação
- Carta-Raiz: A Estrela

A INCURSÃO
Esta é a carta do movimento, da ação e das mudanças de rota - aquele momento em que a gangue decide sair da inércia e cruzar territórios em busca de novos recursos, aliados ou redenção. Representa deslocamento, mudanças inevitáveis e transformações que chegam com o ronco dos motores. Às vezes, essa jornada traz recompensas; outras, apenas poeira e cicatrizes. Ainda assim, toda estrada percorrida muda quem a atravessa.
- Palavra-chave: mudança, renovação, nova jornada
- Sombra: ansiedade, ciclos repetitivos, instabilidade
- Carta-Raiz: A Cegonha

OS PARÇAS
O Parça representa amizade verdadeira, fidelidade e confiança, a irmandade que nasce da estrada e do suor. Essa carta fala sobre alianças sinceras, ajuda mútua e respeito conquistado na jornada. O Parça também é a lembrança de que companheirismo não é servidão: uma gangue só roda bem quando cada motor pulsa por vontade própria.
- Palavra-chave: fidelidade, apoio, proteção
- Sombra: dependência, submissão, traição
- Carta-Raiz: O Cão

O ENCLAVE
O Enclave representa instituições, estruturas de poder e hierarquias rígidas, lugares onde as decisões são tomadas de cima e as vozes de baixo ecoam em vão. Esta carta fala de isolamento, autoridade e orgulho, simbolizando tanto o abrigo dos Triarcas quanto a distância entre eles e os que queimam no pó dos Ermos. O Enclave observa tudo mas nem sempre enxerga o que está dentro.
- Palavra-chave: autoridade, proteção, perspectiva
- Sombra: arrogância, distanciamento, solidão
- Carta-Raiz: A Torre

A OFICINA
Representa interação social, coletividade e pertencimento, os momentos em que os errantes do asfalto se reúnem para festejar, negociar ou simplesmente dividir um gole de Maria-Octana. É o lugar onde se constrói reputação e se mede o valor de cada um pelo som do motor e pela palavra dada. Quanto mais ativa sua Oficina, mais fortes seus laços e oportunidades.
- Palavra-chave: comunidade, visibilidade, relações
- Sombra: superficialidade, exposição, risco
- Carta-Raiz: O Jardim

OS ERMOS
Os Ermos são vastidões inóspitas onde o horizonte engole a esperança e o tempo parece parado. Representam bloqueios, desafios e distâncias, tudo aquilo que se ergue entre você e seu destino. Nem sempre o obstáculo é uma muralha física; às vezes, é o próprio peso da exaustão, do medo ou da dúvida. Os Ermos não são intransponíveis, mas exigem persistência, paciência e engenho. Cruzar esse vazio é um teste de vontade: quem avança, se transforma; quem hesita, se perde.
- Palavra-chave: foco, superação, resistência
- Sombra: obstáculo, desespero, teimosia
- Carta-Raiz: A Montanha

A ESTRADA BATIDA
As Estradas Batidas surgem quando o ronco do motor encontra o silêncio da dúvida. Representam as encruzilhadas dos Ermos, onde cada rota pode levar à glória… ou à ruína. Essa carta fala sobre decisões inevitáveis, bifurcações que exigem coragem, instinto e responsabilidade por aquilo que se escolhe. Nos Ermos, todo caminho tem um preço e o asfalto não perdoa quem hesita. A escolha pode ser física, moral ou espiritual, mas sempre muda o rumo da jornada.
- Palavra-chave: destino, rumo, caminho
- Sombra: arrependimento, indecisão, incertezas
- Carta-Raiz: O Caminho

O RIVAL
O Rival é o tipo de ameaça que não mostra os dentes - ele esconde a adaga. Um olhar enviesado, uma palavra mal colocada, um gesto calculado. É a presença que suga energia, espalha dúvida e mina a confiança entre os parças. Representa pequenas perdas que se acumulam, como combustível vazando de um tanque furado, até deixar você parado no meio do nada. Nos Ermos, o Rival não precisa te enfrentar de frente: basta deixar que você mesmo se desgaste tentando se manter inteiro.
- Palavra-chave: desgaste, sabotagem, provação
- Sombra: paranoia, desconfiança, ressentimento
- Carta-Raiz: O Rato

O CÓDIGO
Representa o pacto não escrito que se firma no ronco dos motores e nos olhares trocados antes de uma treta. Representa o amor pela estrada, pela liberdade e por aqueles que dividem o mesmo asfalto contigo. O Código lembra que o coração do guerreiro pulsa junto com o da gangue.
- Palavra-chave: afeto, união, confiança
- Sombra: obsessão, possessividade, decepção
- Carta-Raiz: O Coração

O TRAMPO
Representa os acordos firmados entre chefias de assentamentos, gangues e enclaves, onde cada palavra dita carrega o peso de uma promessa. Para uma gangue crescer, é preciso sujar as mãos junto dos outros e compartilhar riscos e ganhos. O Trampo fala sobre cooperação e dependência, mas também alerta: cada parceria tem seu preço, e toda promessa feita sob o sol dos Ermos pode se tornar uma corrente quando a lealdade pesa demais.
- Palavra-chave: compromisso, aliança, lealdade
- Sombra: pacto, prisão, submissão
- Carta-Raiz: O Anel

MEMENTO MORI
Representa a sabedoria esquecida e as verdades enterradas. É a carta da memória e da consciência, aquilo que sobreviveu ao tempo, mesmo que ninguém mais entenda o porque. Pode indicar aprendizado, estudo ou descoberta mas também segredos que deveriam permanecer ocultos.
A revelação vem quando o errante tem coragem de olhar para trás e aceitar o que o mundo perdeu.
- Palavra-chave: memória, legado, passado
- Sombra: apego, superstição, negação
- Carta-Raiz: Os Livros

MARCAS DE TERRITÓRIO
Representa um sinal deixado no caminho: uma pichação, um glifo arcano ou uma mensagem gravada para quem souber ler.
Traz notícias, revelações e recados de longe - bons ou ruins, dependendo de onde você tiver e quem for a chefia.
- Palavra-chave: mensagem, manifesto, comunicação
- Sombra: confusão, ruído, cacofonia
- Carta-Raiz: A Carta

O NÔMADE
É aquele que segue em frente mesmo sem destino certo. O que sobreviveu quando o mundo quebrou, e aprendeu a viver entre o pó, a ferrugem e o asfalto quente. Ele é o viajante solitário que confia apenas na própria bússola para decidir quando parar e quando acelerar.
Aqui ele representa você: a força ativa, o olhar que interpreta o deserto e escolhe o próximo passo. É a presença que age, decide, enfrenta.
- Palavra-chave: ação, decisão, individualidade
- Sombra: arrogância, solidão, desgaste
- Carta-Raiz: O Cigano

A FURIOSA
Representa a essência guerreira das mulheres dos Ermos - aquelas que empunham o guidão e o destino com a mesma firmeza. É a carta da coragem visceral, da intuição afiada e da sensibilidade que se converte em poder. Quando surge, ela anuncia alguém que luta por aquilo que é seu por direito, que protege com unhas e dentes quem ama. A energia da Furiosa é a de quem já sangrou na poeira e aprendeu a transformar dor em determinação. Ela é farol e tempestade, refúgio e vingança. Representa o lado feminino em sua forma mais bruta e indomável: criadora, destruidora e soberana das estradas.
- Palavra-chave: instinto, força interior, proteção
- Sombra: sobrecarga, desgaste emocional, desconfiança
- Carta-Raiz: A Cigana

O PRESIDA
Representa aquele que sobreviveu o bastante pra entender o preço da estrada. Figura de autoridade e sabedoria, representa o veterano que já queimou muita gasolina e hoje comanda pela voz, não pela força. Sua presença impõe respeito, não apenas por poder, mas pela memória do que já foi conquistado e perdido. É o mentor, o patriarca, o chefe de assentamento que mantém o equilíbrio entre caos e ordem.
- Palavra-chave: paz, calma, maturidade
- Sombra: imprudência, afobação, ignorância
- Carta-Raiz: Os Lírios

A COMBUSTÃO
Representa o fogo interior que impulsiona o parça a seguir em frente, mesmo quando o asfalto racha e o horizonte se desfaz em calor. É a carta da vitória, da clareza e da energia vital que reacende a fé em si mesmo. Quando ela surge, é sinal de que o caminho está aberto e os obstáculos queimam diante da sua determinação. Mas, como todo motor em alta rotação, também adverte: o excesso de ambição pode consumir o combustível da alma. Saber dosar o próprio fogo é o verdadeiro segredo da estrada.
- Palavra-chave: vitalidade, êxito, ambição
- Sombra: orgulho, superexposição, desgaste
- Carta-Raiz: O Sol

A ORÁCULO
Representa a voz que sussurra no silêncio da estrada, aquela que enxerga o que os olhos não veem. Representa a energia feminina em sua forma mais instintiva, não como fraqueza, mas como poder de leitura e conexão. Onde o Nômade segue pelo impulso do movimento, o Oráculo observa os sinais e compreende o rumo invisível das coisas. Ela é a guardiã das entrelinhas, a intérprete dos presságios e das feridas alheias. Pode ser uma figura literal: uma mulher, uma guia, uma parceira ou a intuição que te guia quando a razão falha. O Oráculo sente antes de saber.
- Palavra-chave: instinto, revelação, intuição
- Sombra: delírio, manipulação, falsidade
- Carta-Raiz: A Lua

MÃO-DE-GRAXA
É a carta das soluções engenhosas, dos momentos em que tudo faz sentido e o barulho cessa porque a peça certa finalmente se encaixa. Representa o poder de abrir caminhos, consertar o que parecia perdido e revelar o que estava oculto. Assim como um bom mecânico dos Ermos, ela fala de experiência, fé na prática e a sabedoria de quem aprendeu apanhando do ferro e da estrada.
- Palavra-chave: solução, resposta, descoberta
- Sombra: ignorância, inaptidão, medo
- Carta-Raiz: A Chave

A GASOSA
Representa o ouro líquido dos Ermos - o que ainda tem valor num mundo quebrado. Representa riqueza, abundância e o ciclo constante de troca e reaproveitamento. A Gasosa fala sobre o fluxo de recursos que circula entre gangues, assentamentos e sucateiros. Indica prosperidade, mas também a necessidade de se adaptar e prestar atenção para não deixar a motoca com sede no meio das Estradas Batidas.
- Palavra-chave: abundância, prosperidade, recurso
- Sombra: ganância, dívida, desperdício
- Carta-Raiz: Os Peixes

O SINO GUARDÃO
Muitos penduram um pequeno sino em suas motocicletas acreditando que o som afasta maus espíritos da estrada e mantém o piloto desperto. É o som da resistência, da fé que não se dobra mesmo quando o asfalto racha. Ela representa segurança, estabilidade e a importância de um propósito firme. Indica um momento de enraizamento, de encontrar seu porto seguro, mas também alerta contra o perigo de se prender demais ao que já passou. O Sino soa para lembrar que permanecer fiel a algo exige tanto coragem quanto renúncia.
- Palavra-chave: segurança, equilíbrio, fé
- Sombra: dependência, medo, descrença
- Carta-Raiz: A Âncora

O ALTAR
São os santuários improvisados dos Ermos - cruzes de ferro, capacetes rachados e velas queimando ao vento, lembrando os que caíram com honra. Essa carta fala sobre peso, destino e representa provações inevitáveis, lições que só a dor ensina e o dever de continuar mesmo com os joelhos no chão. É a lembrança de que tudo tem um preço e que seguir adiante exige reverência ao que ficou para trás. O Altar não promete consolo, mas oferece propósito, porque nos Ermos, a fé é o combustível que resta quando o tanque seca.
- Palavra-chave: destino, aceitação, superação
- Sombra: fardo, luto, desespero
- Carta-Raiz: A Cruz


